Fêmeas de espécies mamíferas precisam engravidar para produzir leite. 

Falando assim, parece óbvio, não é? Mas esse é um fato que precisamos reforçar sempre para lembrar que, por trás do leite de vaca nas prateleiras do supermercado, existe uma mãe. E essa mãe sofre, assim como seus filhotes.

Já imaginou impossibilitar uma mulher que acabou de ter filhos de amamentar e, assim, deixar bebês sem esse alimento tão importante, apenas para que outra espécie possa beber algo totalmente dispensável na sua alimentação?

É exatamente isso que incentivamos ao beber leite de origem animal. 

Gravidez forçada

Na indústria do leite, as vacas são engravidadas, à força ou artificialmente, geralmente a cada 13 meses, começando logo após o primeiro ano de vida. 

No total, elas costumam passar por três ciclos de lactação e, com menos de 5 anos — tempo muito menor do que viveriam em condições naturais — são descartadas por não serem mais consideradas rentáveis para a indústria.

Mães separadas de seus filhos

Quando os bezerros nascem, logo são retirados de perto de suas mães e alimentados com substitutos artificiais do leite. Afinal, o leite produzido será destinado para consumo humano.

Para isso, as vacas mães serão mecanicamente ordenhadas a cada 12 horas pelos próximos 9 meses.

Tudo isso para produzir um leite que nós, humanos, não precisamos. 

Agora que você viu como é produzido o leite de vaca, entende como é triste a realidade dos animais nessa indústria, né? 

Mas a boa notícia é que nós podemos ajudar a mudar essa realidade substituindo o leite de vaca por leites vegetais — o que é bom para os animais e também para a nossa saúde!