Sete práticas que mostram que a indústria da carne é como um filme de terror

Lucas Alvarenga 07/06/2016
1. Confinamento extremo

Os animais explorados pela indústria vivem confinados desde o momento do seu nascimento até o último. Muitos deles só vêem a luz do sol no último dia de vida, a caminho do matadouro.
2. Trituradores

Os pintinhos-machos, por não terem utilidade para a indústria do ovo, são mortos assim que seu sexo é determinado. São triturados vivos ou simplesmente descartados em um grande saco de lixo, onde morrem por asfixia.


3. Extração de dentes e testículos sem anestesia

Porquinhos são castrados e têm seus dentes arrancados (para evitar que venham a se ferir devido ao alto índice de estresse) sem qualquer anestesia.


4. Alimentação forçada


Os patos e gansos criados para a produção de Foie Gras são alimentados à força, por meio de tubos injetados em sua garganta. Essa é uma das práticas mais insanas e cruéis que já inventaram.

5. Mortes violentas e prematuras

Porquinhos que nascem com alguma deficiência, ou que não crescem rápido o suficiente para que sejam rentáveis para a indústria, são atirados de cabeça contra o concreto. Essa prática é considerada uma forma aceitável de ‘’eutanásia’’.
6. Inseminação artificial permanente

Na indústria do leite, as vacas são mantidas continuamente prenhas durante toda a vida para que produzam leite incessantemente. Para que o leite vá parar no supermercado, seus filhotes são proibidos de bebê-lo e afastados da mãe logo no primeiro dia. O sofrimento tanto da mãe como do bezerro é indescritível. Os machos são vendidos para a indústria de vitela.
7. Morte cruel

O assassinato de cada animal é absolutamente doloroso, cruel e desnecessário.

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