Filmagens feitas secretamente pelo grupo Lega Anti Vivisezione em seis fazendas italianas revelaram como são tratados os porcos explorados para a produção de presunto de Parma. Em cada fazenda são mantidos cerca de 10 mil animais. As imagens mostram os porcos mantidos em condições miseráveis e cruéis, em um local tão imundo que estava infestado de camundongos, superlotação, sem ventilação e água, e sofrendo com infecções não-tratadas.

Os animais passam por um estresse e frustração tão altos que até mesmo mastigam os ouvidos, focinhos e membros de outros porcos. Eles passam suas vidas inteiras dentro de galpões, nunca vendo a luz do dia, e vivendo sem qualquer conforto ou higiene em um chão de concreto coberto de fezes e urina dos demais.



Corpos de animais mortos foram flagrados perto de onde os animais vivos ficam instalados, e até mesmo foram encontrados fetos de porquinhos abortados no chão. Uma porca mantida em uma cela de gestação (onde as fêmeas são confinadas durante todas as vidas, para gestar bebês que depois serão abatidos pela carne) foi vista claramente debilitada, magra, tremendo constantemente, e mal conseguindo andar até o cocho de alimentação. 




Assim como a investigação realizada pela Mercy For Animals do Brasil, divulgada em novembro do ano passado, na Itália os rabos dos porcos também são cortados, o que lhes causa extremo sofrimento — o que mostra que essas são práticas comuns no processo produtivo da carne no mundo todo. Isso, somado à falta de cuidados veterinários, fizeram com que o grupo encontrasse animais com caudas lesionadas e ulceradas, e também com infecções oculares, hérnias abdominais e prolapsos retais, que podem levar a uma dolorosa morte.

Veja o vídeo da investigação com seus próprios olhos:




Confira a investigação da Mercy For Animals que denuncia os maus tratos a porcos no Brasil:


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