Em condições normais, galos e galinhas podem viver mais de dez anos. Nas granjas de exploração animal, no entanto, a expectativa de vida é de apenas 38 dias. A cada segundo, cerca de 180 frangos são abatidos no Brasil. Em um ano, cerca de 5,5 bilhões dessas aves são exploradas e mortas para consumo.
Esses frangos já nascem em um galpão fechado com outras milhares ou até milhões de aves e são geneticamente manipulados ou mesmo modificados para crescerem de forma tão rápida que, em poucos dias, suas pernas já não aguentam o peso do corpo, causando lesões, fraturas e até a morte por inanição por não poderem se mover até os comedouros. Muitos vêm a óbito por problemas cardíacos e respiratórios.
Devido ao alto índice de estresse a que serão submetidas em sua curta existência, muitas dessas aves se automutilam ou promovem canibalismo. Por prevenção, é padrão a prática da debicagem, em que os pintinhos têm parte do bico amputado com lâmina quente, sem o uso de qualquer anestesia, sofrendo dor intensa.
Para piorar, de acordo com a
World Animal Protection, bilhões de aves são degoladas enquanto ainda estão conscientes. A indústria considera aceitável que mais de 20% dessas aves tenham uma morte absolutamente indigna, degoladas sem a insensibilização devida que evitaria um sofrimento que não somos sequer capazes de imaginar.
Ajudar esses animais hoje é mais fácil do que nunca, quando adotamos uma alimentação sem carnes e derivados. Se você também é contra a crueldade animal, clique aqui para baixar nosso Guia Vegetariano Gratuito e comece a inspirar mudanças por um mundo melhor!