Você precisa saber como são feitos os nuggets

Há alguns dias, quando uma pesquisa realizada na Sorbonne revelou que alimentos ultraprocessados são potenciais causadores de câncer, o nugget de frango foi listado como um dos maiores vilões da saúde humana.

Mas, além de riscos à saúde, existem ainda outras informações importantes para ser divulgadas sobre o processo de produção desse produto.

Em primeiro lugar, os nuggets são feitos com carne de peito de frango… Mas também com a pele! Todos esses produtos são moídos e se transformam em uma massa gosmenta e nada apetitosa. O McDonalds fez um vídeo mostrando o processo de produção e é surpreendente como eles apresentam um vídeo com cenas tão nojentas de forma tão natural. Confira:


O fato de esse ser um produto processado em que se acrescentam diversos ingredientes, como gordura vegetal hidrogenada e glutamato monossódico não torna as coisas melhores, especialmente no que diz respeito à saúde.

É curioso notar também que os nuggets do McDonalds, por exemplo, são produzidos pela Cargill, que é uma das maiores companhias de exploração animal, ao lado da Tyson e da brasileira JBS. Essas três empresas foram responsáveis, no ano passado, por emissões de gases de efeito estufa superiores à de toda a França e quase se igualaram ao nível de algumas das maiores companhias de petróleo, como Exxon, BP e Shell.

Além disso, é impressionante a crueldade contra animais promovida por fornecedores de diversas produtoras de nuggets e outros produtos feitos de frango. Veja com seus próprios olhos:


Essa unidade que fornece frangos para a Tyson Foods, a maior processadora de carne dos Estados Unidos, e para o McDonalds produzir McNuggets foi flagrada em 2015 cometendo uma série de atos cruéis contra as aves. Os animais eram surrados, apunhalados e empalados e depois jogados em caixas para morrerem.


Os donos da fazenda pisavam em suas cabeças e puxavam seus corpos ou asas para quebrar seus pescoços.


Vários animais acabavam nem chegando ao abate porque eram criados para engordar tão rapidamente que acabavam morrendo por falência dos órgãos.


O local onde milhares de aves passariam suas vidas inteiras era imundo e nem mesmo tinha janelas. Isso para não falar na superlotação: o ambiente era tão apertado que os animais mal podiam, em suas curtas vidas, desenvolver comportamentos que são naturais em galinhas.


Devido ao alto índice de estresse a que serão submetidas em sua curta e sofrida existência, muitas dessas aves se automutilam ou começam a bicar umas às outras. Por prevenção, é padrão a prática da debicagem, em que os pintinhos têm parte do bico amputado com lâmina quente, sem o uso de qualquer anestesia, sofrendo dor intensa.


Em condições normais, galos e galinhas podem viver mais de dez anos. Nas granjas de exploração animal, no entanto, a expectativa de vida é de apenas 40 dias. A cada segundo, cerca de 180 frangos são abatidos no Brasil, o que quer dizer que cada pessoa que consome esse tipo de carne já é responsável pela morte de cerca de 23 aves todos os anos.

Suas mortes são tão terríveis quanto as experiências que tiveram em vida. Muitas delas são degoladas e sangram até a morte enquanto ainda estão totalmente conscientes.


A revista Scientific American já relatou que galinhas e frangos se comunicam tão bem quanto primatas, conseguem resolver problemas complexos de acordo com experiências passadas e sentem empatia pelos outros.


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